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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Seminário LabSis de 10/11/2016

    Dando continuidade a série de seminários de 2016, nesta quinta-feira, dia 10/11, às 15:30h, no auditório do Módulo REUNI do Departamento de Geofísica, será proferido o décimo seminário do LabSis, do ciclo de 2016. A palestrante será Ana Milena, aluna de pós-graduação da Programa de Pós-graduação em Geodinâmica e Geofísica (PPGG).

Título: Um estudo na Província ocidental da Borborema com dados Eletromagnéticos e Sísmicos

Resumo:

A Província da Borborema, localizada no extremo nordeste do Brasil, é um grande domínio pré cambriano na porção mais nordeste da América do Sul. A origem do levantamento através do Planalto da Borborema tem sido foco de uma série de estudos multi-disciplinares nos últimos anos, que têm imageado a estrutura profunda da província oriental com detalhes sem precedentes. No entanto, o levantamento na província ocidental, apesar de ser um excelente exemplo de inversão de bacia (pois tem demonstrado isso através das elevações de ~ 1000 km da Chapada do Araripe), não tem sido muito investigada. Para atenuar essa situação, uma rede temporária de 10 estações sísmicas e magnetotelúricas foi implantado na província ocidental. As estações colocadas foram dispostas, em linha orientada N-S, com um espaçamento de ~ 70 km e abrangeram um comprimento total de ~ 600 km. As estações sísmicas consistiram em amostragem de sensores de banda larga a 100 Hz e foram implantadas em janeiro de 2015; as estações de MT consistiram em sistemas magnetotelúricos de longo período, amostragem de 1 Hz e 4 Hz, e foram implantados em abril de 2015 por um período de ~ 2 semanas. Resultados preliminares baseados em funções de receptor da onda P, sugerem que a crosta aumenta sua espessura gradualmente para o sul, a partir de 36 km na extremidade norte e de 44 km na porção sul (cráton de São Francisco), enquanto que a análise dos dados de MT sugere heterogeneidades marcadas com alterações laterais nas propriedades elétricas. O estreitamento local da crosta é observada sob a bacia do Araripe e uma estrutura resistiva de espessamento caracteriza o manto litosférico sob o cráton do São Francisco.

Fonte: LabSis/UFRN
Ana Milena, Jordi Julià, Rodrigo Luiz
  

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