Contatos

twitter: @LabSisUFRN; telefone: 84 3215-3796;
facebook: LabSis Ufrn

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Seminário LabSis de 15/10

    Quinta-feita, dia 15/10, às 16h30, no auditório do Módulo REUNI do Departamento de Geofísica, acontece o sétimo seminário do LabSis, do ciclo de 2015. Os palestrantes serão o Adler Araújo e Thayane Samara (DGEF - UFRN). No seminário dessa semana, cada palestrante fará uma apresentação individual, portanto teremos a dois trabalhos.

Trabalho 1:
Título: ARQUITETURA SEDIMENTAR DA BACIA DO PARANÁ COM FUNÇÕES DO RECEPTOR
Ministrante: Thayane Samara

Resumo:

   
    A aquisição de dados sísmicos ativos tem se mostrado insuficiente para mapear as estruturas geológicas abaixo da camada de basalto na Bacia do Paraná. Entretanto a aquisição de dados sismológicos provenientes de fontes passivas tem demonstrado forte potencial para mapear estruturas profundas. O presente trabalho visa investigar o desempenho de um método sismológico passivo bem estabelecido – a função de receptor – na caracterização sísmica da estratigrafia e estrutura profunda da bacia do Paraná.  Os dados sísmicos passivos coletados na bacia do Paraná foram utilizados para: (1) Obter funções de receptor, para onda P (posteriormente para a S), através de registros sismográficos de eventos profundos com epicentro na zona de subducção; (2) Testes de modelos de velocidade 1D para a estrutura sedimentar da bacia do Paraná.  Estimativas  da  espessura  da  camada  de  sedimentos  estão  sendo  feitas  e  os  resultados  obtidos comparados  com a estratigrafia  da bacia  e  estudos geofísicos  independentes  para  avaliar  o  desempenho da técnica utilizada.


Trabalho 2:
Título: ESPESSURA CRUSTAL MÉDIA DO NORDESTE DO BRASIL COM TEMPOS DE PERCURSOS SÍSMICOS
Ministrante: Adler Araújo. 
Resumo:


    A descontinuidade de Mohorovicic ou simplesmente Moho, é a fronteira entre a crosta e o manto terrestre. Essa fronteira é descontínua e varia em espessura e distância da superfície, onde a distância varia de entre 5 km a 10 km na crosta oceânca e de 30–40 km na crosta continental em media, podendo atingir 70 km em regiões mais elevadas. Fazendo uso de dados geofísicos sismológicos, esse trabalho teve por objetivo obter um valor médio da espessura da crosta da terra para a região do nordeste do Brasil. A partir dos dados obtidos mediante 19 explosões feitas por todo Nordeste registradas em cinco estações localizadas nas cidades de Sobral-CE, Riachuelo-RN, Ocara-CE, Pau dos Ferros-RN e Solânea-PB, bem como utilizando o método da análise dos comportamentos dos tempos de percurso do sinal sísmico, das distâncias percorridas e das velocidades das ondas sísmicas, determinou-se um valor médio para a espessura da crosta nessa região que resultou em pouco mais de 29 km de profundidade


Fonte: LabSis/UFRN
Adler Araújo, Jordi Julià, Rodrigo Pessoa, Thayane Samara. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário